quarta-feira, 18 de maio de 2011

Participe das atividades do Comitê de luta Operário, estudantil e popular


A luta contra os ataques da prefeitura de São Paulo e pelo Fora Kassab está sendo levada adiante pelo Comitê que convoca nesta semana diversas atividades


O Comitê de luta operária, estudantil e popular da grande São Paulo convoca mais um ato contra as medidas de Kassab que atacam os trabalhadores e estudantes.

-Revogação imediata do aumento da tarifa do ônibus
-Passe-livre para estudantes e desempregados
-Abaixo a repressão policial contra os camelôs. Ou dá emprego ou deixa trabalhar
-Chega de enchentes! Onde está o dinheiro do povo?
-Fora Kassab
-Fim das desapropriações
-Fim da perseguição aos moradores de rua
-Liberdade de expressão aos artistas de rua
-Todo apoio a luta dos trabalhadores da saúde e da educação  

Quinta-feira - 19/5/2011
17º Ato contra o aumento da passagem e pelo “Fora Kassab”
Em frente a prefeitura
Horário: 16 horas

Além do ato serão realizadas outras atividades durante a semana para dar continuidade a esta luta. 

Quarta, dia 18 de maio 
Panfletagem em frente a Uninone (Barra Funda)
Horário: 18hs

Sexta-feira, dia 20
Distribuição de boletim para os camelôs do Brás
Horário: 6hs
Concentração na catraca do metrô

terça-feira, 3 de maio de 2011

Para Kassab a culpa do trânsito de São Paulo é dos pobres


Com a desculpa de incentivar o uso do transporte coletivo, as novas casas construídas pela prefeitura em parceria com a Cohab não terão vagas de estacionamento

Kassab e outros prefeitos que o antecederam deixaram o trânsito da cidade de São Paulo um verdadeiro caos. A principal causa desta situação é a falta de investimento em transportes de massa e a entrega deste setor aos capitalistas, o que impede um planejamento do transito da cidade.

No entanto, para o mini-ditador que administra a maior cidade do país a culpa do transito da cidade de São Paulo é da parcela mais pobre da população. As novas casas construídas pela prefeitura e parceria com a Cohab (Companhia Habitacional) não terão vagas de estacionamento para carros. Segundo admitiu membros da própria administração municipal, como o secretário de habitação e presidente da Cohab,  a medida visa “incentivar” o uso do transporte coletivo.


A desculpa de que isso seria para reduzir o caos no trânsito é um cinismo típico da direita. A população que mora na Cohab é justamente parte da população que sofre usando um transporte coletivo de péssima qualidade e caro.


Enquanto a prefeitura não constrói vagas de estacionamento nas novas construções da Cohab, prédios de luxo chegam a ter mais de dez vagas de estacionamento por apartamento. Esta comparação mostra que esta é mais uma medida da prefeitura contra a população pobre, pois dificulta que os trabalhadores possam ter seu próprio veículo.


Além disso, Kassab é um antigo representante da máfia do transporte. Seu irmão, por exemplo, é proprietário da empresa IPK Consultoria que presta serviço a maioria das empresas de ônibus da capital paulista. 


É preciso denunciar esta medida como mais um ataque a uma parcela da população trabalhadora de São Paulo. Esta e outras medidas grotescas do governo devem ser denunciadas como parte da tentativa de um governo direitista de instalar uma ditadura contra a população da cidade.


Matéria do Conline do dia 3 de maio de 2011
  

sexta-feira, 22 de abril de 2011

14º ato contra o aumento da passagem e pelo FORA KASSAB!


No dia 28 de abril, o 14º ato contra o aumento da passagem será realizado e o Comitê de Luta Operário, Estudantil e Popular da Grande São Paulo convoca trabalhadores e estudantes a integrar a luta contra a política abusiva do prefeito Kassab.
Por mais de 13 semanas, as ruas de São Paulo abrigam esta luta e somente a adesão popular promoverá mudança nas injustiças impostas a nós.

NÃO AO AUMENTO DA PASSAGEM! UNIR TRABALHADORES E ESTUDANTES PARA LUTAR POR SUAS REIVINDICAÇÕES!

PASSE-LIVRE IMEDIATO PARA ESTUDANTES E DESEMPREGADOS

FORA KASSAB!

Local: Concentração na Praça da Sé
Horário: 16h (tolerância máxima: 17h)

quarta-feira, 20 de abril de 2011

Comitê realizará panfletagem na frente da Prefeitura nesta quarta-feira, 20

Nesta quarta-feira, dia 20 de abril, o Comitê de Luta Operário, Estudantil e Popular da Grande São Paulo, aproximando a população paulista à luta, realizará a entrega de boletins na região central para convocar à todos ao próximo ato contra o aumento da passagem e a política do prefeito Kassab.
Esta atividade permite mostrar aos populares que as reivindicações da cidade continuarão sendo expostas e as irregularidades denunciadas. Esta interação abraça a todos os interessados na contribuição e discussão da causa.

Local: Em frente à prefeitura de São Paulo, ao lado da Pça. Do Patriarca
Horário: 15h30 até 17h

segunda-feira, 18 de abril de 2011

REUNIÃO DO COMITÊ, TERÇA-FEIRA, DIA 19, ÀS 18h



Nesta terça-feira, dia 19, o Comitê de Luta Operária, estudantil e Popular da Grande São Paulo se reunirá novamente para organizar a luta contra Gilberto Kassab e suas medidas contra a população. A reunião será no Centro Cultural São Paulo, localizado ao lado da estação Vergueiro do metrô. O início está marcado para as 18 horas e nos encontraremos em frente a biblioteca.
A reunião é aberta a participação de todos os interessados.
Discutiremos a realização de diversas atividades como a distribuição de boletins, campanhas em locais de trabalho e estudos, a sustentação do comitê etc. Participe!

Comitê denuncia "Lei Seca" na Virada Cultural


Durante a Virada Cultural organizada pela prefeitura de São Paulo, o Comitê de Luta Operária, Estudantil e Popular da Grande São Paulo realizou um ato contra Kassab e suas medidas de ataque a população, denunciando especialmente a “Lei Seca” imposta por Kassab no evento.
A nova lei de Kassab proibiu a venda de qualquer tipo de bebida alcoólica depois da uma da manhã. Os estabelecimentos que venderam foram multados e alguns inclusive foram fechados pela PM.
Ainda durante o evento, o prefeito proibiu que ambulantes vendessem suas mercadorias. Para isso, Kassab disponibilizou mais de 25 caminhões só para levar as mercadorias.
A Virada Cultural de 2011 teve tantos policiais e guardas que foi batizada de “Virada Policial”, ou como alguns usuários da internet chamaram de “Paulada Cultural”.
A repressão contra trabalhadores e ambulantes foi tamanha que só no centro de São Paulo Kassab colocou, 2.800 policiais, 1.000  guardas civis metropolitanos, 320 agentes de apoio, 100 funcionários das subprefeituras , 1.200 fiscais e 120 viaturas, além de postos policiais fixos, móveis, motocicletas e bicicletas.
Tudo isso foi para garantir que pessoas não pudessem trabalhar no maior evento de São Paulo, que segundo dados da PM que esteve bastante presente na Virada, atraiu cerca de 4 milhões de pessoas.
O ato organizado pelo Comitê durante a Virada se concentrou na frente do Teatro Municipal, além desse ato ocorreram mais dois atos no centro contra a política de Kassab, sendo um deles contra a privatização do Teatro Municipal, algo que já está em processo e pretende tornar um dos teatros mais importantes de São Paulo em um salão de eventos privado.
O Comitê organizou uma panfletagem e com um megafone informou a população sobre a repressiva “Lei Seca”, lei que poucos sabiam que seria posta em prática.
O apoio popular foi tamanho que os participantes resolveram sair em passeata e por onde passavam a população aderia, pedia panfletos e gritava FORA KASSAB!
A passeata que terminou na frente da Prefeitura permaneceu ali por um tempo, pois a população que estava no evento mostrou o tempo todo seu apoio e o quanto Kassab é impopular.
Com o término da Virada os números da repressão policial de Kassab começaram a surgir. Apesar de muito disfarçar a imprensa divulgou com alegria a apreensão de mercadorias e fechamento de estabelecimento de trabalhadores.
De acordo com os dados 30 toneladas de mercadorias de ambulantes foram aprendidas e 29 ocorrências foram registradas pela Guarda Civil Metropolitana, sendo que muitas delas eram contra pessoas que tentaram comprar bebida depois da uma da manhã.
A imprensa também comemorou o grande número de denúncias, afirmando que isso demonstra o apoio da população, mas na realidade a prefeitura colocou só de fiscais para garantir multas e apreensões, mais de 1.000 pessoas.
Outros dados revelam que 2.500 produtos foram apreendidos, 18 estabelecimentos foram fechados. Resta perguntar quanto dinheiro a prefeitura não lucrou com multas no evento que supostamente foi feito para ser gratuito.
De acordo com a imprensa houve 5 prisões, sendo que um foi liberado apesar de ser declaradamente skinhead e estar no evento para agredir punks, além de estar portando facas e canivetes. Com isso fica evidente que o único intuito de todo esse aparato repressivo no centro era garantir que camelôs e estabelecimentos no centro não pudessem trabalhar.
Outras denúncias na internet, afirmam que os moradores de rua foram expulsos do centro para não “atrapalharem” o evento e artistas de rua afirmaram trabalhar com medo, já que Kassab também proibiu que os mesmos se apresentassem nas ruas.


sexta-feira, 15 de abril de 2011

13° ato contra o aumento da passagem. Estudantes e trabalhadores protestam no centro de São Paulo

Nesta quinta-feira o Comitê de Luta Operário, Estudantil e Popular organizou o 13º ato contra o aumento da passagem e e pelo “Fora Kassab”

O Comitê de Luta Operário, Estudantil e Popular da Grande São Paulo realizou o 13º ato contra o aumento da passagem e pelo “Fora Kassab”. O comitê foi formado a partir de setores que decidiram manter as manifestações contra Kassab e atuar para unificar as lutas contra este mini-ditador que ataca os trabalhadores e a juventude de diversas maneiras.
O ato se iniciou por volta de 14h30 em frente ao Largo São Francisco, faculdade de Direito da USP. Os manifestantes se concentraram com as faixas do Comitê e da reivindicação do “Fora Kassab”.
Na manifestação havia estudantes da USP, Unifesp, Uninove, professor da rede municipal entre outros.
Estavam presentes a Aliança da Juventude Revolucionária, juventude do Partido da Causa Operária, anarquistas, Movimento Estudantil Revolucionário e Popular (MEPR), e estudantes sem partido.
A manifestação seguiu para a Prefeitura de São Paulo no sentido da Praça da Sé, passando pela 25 de março.
Animados, os manifestantes foram apoiados em diversos lugares que passaram com o apoio de motoristas e pedestres.
Os manifestantes se concentraram em frente a prefeitura por volta de 17h, quando haviam muitas pessoas circulando pelo centro. Houveram muitas manifestações a favor da reivindicação, com gritos de “fora Kassab”.
Os membros do comitê divulgaram ainda que o próximo ato será realizado em frente ao Teatro Municipal no sábado, 17 de abril, durante a virada cultural em São Paulo, às 16h.